Permadeth (Permanent death ou PD) é a situação na qual um personagem jogável (PC) morre permanentemente e é removido de um jogo. Termos menos comuns mas com o mesmo significado são persona death e player death. Esta situação contrasta com a de jogos em que os personagens que são mortos podem ter sua vida restaurada. Este é um blog pessoal que já foi sobre jogos... agora é sobre entretenimento no geral
terça-feira, 29 de setembro de 2020
Youjo Senki: Saga of Tanya the Evil - Review e teoria
quarta-feira, 23 de setembro de 2020
terça-feira, 22 de setembro de 2020
Sword Art Online (SAO): Alicization & War of Underworld Review
Quarentena. Eu preso em casa. Ansiedade. Recorri a velhos vícios: animes, mangás, quadrinhos, livros! Bwahahahahaha. O texto reflete a minha opinião e se você não concorda, tudo bem, é seu direito, vai lá e me explica tudo nos comentários.
Decidi dar uma chance pra Alicization e War of Underworld e olha só no que deu!
SAO: Alicization Review (COM SPOILERS)
sexta-feira, 11 de setembro de 2020
Re: Zero - Guia de Leitura no Brasil
Re:Zero está sendo publicado no Brasil de uma maneira bem difícil de acompanhar: tem as light novels e os mangás divididos em capítulos, com numeração começando do 1 a cada novo capítulo, TÁ UMA BAGUNÇA!
Enfim, eu vi o anime na Crunchyroll, achei sensacional e me empolguei pra dar uma lida nos mangás. Procurei por "Re:Zero 1" e apareceram 3 números 1 pra comprar ¬¬
Pesquisei, pesquisei e agora eu entendi o que aconteceu. A New Pop está publicando a light novel e a Panini está publicando o mangá, que muda de título e recomeça a numeração a cada capítulo. Bom, vamos às capas (que eu tirei do Guia dos Quadrinhos)!
quarta-feira, 8 de julho de 2020
Lista de jogos
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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
Crônicas tecnológicas - parte 1
histórias de problemas adultos ligados a tecnologia.
Ah! E antes de começar, cabe deixar o aviso: as histórias que seguem são baseadas em fatos reais... ou não e podem ter só saído da minha cabeça. Os nomes de pessoas e de marcas foram alterados ou não foram citados para proteger as identidades e evitar processos.
Agora sim. Vamos começar!
A FECHADURA
Já faz um tempo que eu e minha esposa fomos para um jantar na casa de uns amigos, outro casal. Sabe, programa de adultos.
Quando íamos entrar na casa, eu reparei numa coisa que seria a fonte de inúmeras discussões com minha amada: a fechadura.
Eles tinham uma fechadura toda tecnológica: reconhecia digital, tinha um teclado numérico para digitar código e um espaço para passar cartão... além de estar ligada em rede com o assistente pessoal da casa, só esperando ser chamado para começar a funcionar.
Tocamos a campainha.
A mulher do casal mandou o robozinho abrir a porta pra gente da cozinha. Foi lindo: a porta abriu sozinha e enquanto nós íamos entrando de um lado da sala, ela chegava do outro pra nos receber. Minha companheira ficou maravilhada. Dava pra ver o brilho nos olhos dela, parecia uma criança encantada com um brinquedo novo.
O jantar foi agradável. O problema veio uma ou duas semanas depois.
- Amooor, ela me chamou, vamos trocar a nossa fechadura?
- Nããão - eu respondi.
- Mas já pensou que legal poder entrar em casa só com a digital? E com um código então?
- Amor, a gente mora num prédio cheio de crianças que vão ver um teclado e saber que tem que digitar um código pra entrar. Uma delas vai ficar tentando até travar porta.
A conversa acabou aí, mas continuou um tempo depois. Aí acabou de novo e voltou de novo... algumas vezes. Então eu vou fingir que a gente continuou porque é mais fácil de escrever assim.
- Mas é mais prático uma fechadura dessas, não precisa ficar levando a chave.
- É mais prático enquanto não tá dando problema: e o dia que acaba a força?
- Tem bateria - ela respondeu.
- Mas bateria descarrega. É só ficar uns anos sem a força cair e, de repente, quando a gente precisa, cadê a bateria de emergência. A gente vê isso nas luzes de emergência. Aí, além de sem força, a gente não vai poder entrar em casa - eu disse.
- Mas aí é só andar com o cartão.
- Amor, tem uma coisa menor que o cartão que eu acho que dá pra levar sempre com a gente.
- O quê?
- Uma chave! - respondi sorrindo.
Ela não desistiu:
- Mas é mais seguro.
- Claro amor, além de arrombar, dá pra ficar chutando a senha até acertar e, de quebra, dá pra hackear o ponto digital da sala pra abrir a porta.
Eu realmente acredito em tudo que disse nessa conversa. Nesses dias parece que eu fui o vilão da história, que eu fiquei tentando impedir minha esposa de trocar a fechadura, de conseguir o que ela queria. Felizmente não foi isso. Ela estava é querendo se convencer de que valia a pena comprar aquela coisa cara, mas me usando nesse processo. Com muita conversa vimos que a real preocupação era aumentar a segurança da casa, então ela ficou muito mais feliz em colocar uma chave quadrupla na porta da entrada.
A LISTA DE DESEJOS
Eu e minha patroa criamos uma conta Primária, Preferencial de uma empresa de vendas da internet aí.Essa conta pede um pagamento muito pequeno para alguns benefícios interessantes: muitos livros digitais disponíveis, HQs, um serviço de streaming com séries e filmes, fretes gratuitos e entregas mais rápidas.
Na verdade, ela criou a conta, cadastrou o cartão de crédito e a gente combinou que eu ia usar o login dela e pagar tudo pelo cartão dela. Se eu criasse uma conta separada, teria que pagar duas vezes o serviço para ter os benefícios.
Já faz mais ou menos um ano que fazemos isso. E a gente usa a mesma lista de desejos no app, compartilhada entre os dois celulares. Aparece também no site, quando acessamos o sistema pelo computador.
Duas semanas antes do aniversário dela e a gente tava meio sem grana. Então eu tive uma ideia de gênio: era só comprar uma lembrança da lista de desejos do app pra não deixar a data passar batida.
Fui olhando a lista, os preços... aí eu vi uma coisa bem legal: um livro de terror que tinha visto faz um tempo, o Ultra Carnem, escrito por Cesar Bravo. Se estava ali, ela também queria. Abri uma guia anônima no computador, loguei com outra conta, fiz compra, com embalagem pra presente e paguei no boleto. Pronto, ela nem tinha como desconfiar e iria receber um presente no aniversário.
O livro chegou quando ela tava no trabalho e eu de folga. Recebi, escondi e era só esperar a data.
No aniversário dela, eu, todo feliz, entreguei o livro. Ela abriu animada e, de repente, o sorriso vira uma carranca... "O que é isso?" ela me perguntou. "É um livro que estava na lista de desejos". "Mas não fui eu que coloquei lá..." e a gente riu muito disso. Nós rimos de como eu coloquei um produto na lista dela e depois comprei achando que ela queria.
Três dias depois, no santificado dia que o salário cai, fomos pra um jantar romântico pra eu compensar a gafe histórica. Enfim, jantei num lugar legal, "ganhei" um livro e de quebra arranquei muitas risadas da minha esposa. O saldo poderia ter sido pior.
terça-feira, 15 de maio de 2018
Novidades! Só que não...
Em 2015 eu acertei o que ia acontecer em Fallout 4 (dá uma bizoiada no post), acho que esse ano vou acompanhar de novo a E3 pra ver se consigo especular mais alguma coisa...
c ya




