Este texto já foi publicado na revista, mas é bom poder trazer ele pro blog! Review de Momodora: Reverie Under the Moonlight
Permadeth (Permanent death ou PD) é a situação na qual um personagem jogável (PC) morre permanentemente e é removido de um jogo. Termos menos comuns mas com o mesmo significado são persona death e player death. Esta situação contrasta com a de jogos em que os personagens que são mortos podem ter sua vida restaurada. Este é um blog pessoal que já foi sobre jogos... agora é sobre entretenimento no geral
sexta-feira, 15 de agosto de 2025
sexta-feira, 25 de julho de 2025
Limbo - review/análise
sábado, 19 de julho de 2025
Unsighted - Análise
Unsighted é um jogo independente brasileiro que foi lançado dia 30 de setembro de 2021 para Windows, Nintendo Switch, Xbox series S/X, Xbox One e PlayStation 4. O título é um metroidvania isométrico que se passa num futuro pós-apocalíptico em pixel art.
quinta-feira, 19 de junho de 2025
Final Fantasy XII: International Zodiac Job System - Review (PS2)
Final Fantasy XII: International Zodiac Job System - Review (PS2)
Antes de começar é sempre bom lembrar que esta análise reflete os meus gostos, as minhas experiências e a minha opinião. É perfeitamente normal e saudável discordar. Dito isso, vamos ao jogo.
Final Fantasy XII foi lançado em outubro de 2006 para Playstation 2, mas tinha um sistema bem falho de evolução de personagens, onde qualquer personagem pode adquirir todas as habilidades.
Então, ainda no mesmo console, o jogo foi relançado no Japão em agosto de 2007 com o título Final Fantasy XII: International Zodiac Job System (IZJS) que, entre outras coisas não tão importantes, corrige a tabela de habilidades forçando o jogador a escolher uma classe para cada personagem. Daí, nesta versão, cada um dos bonecos só pode pegar as habilidades da sua classe. Tem exceções, mas eu não me importo.
quinta-feira, 12 de junho de 2025
É ruim, mas eu gosto - vou fazer Reviews
Decidi que vou fazer reviews e vou usar um sistema de pontuação pra isso.
E acho bem problemático atribuir uma nota pra um jogo, mas o esquema vai ser muito mais descontraído e com base em conceitos do que numa nota em si. Fora que eu me dou a liberdade de gostar de jogos ruins e desgostar de jogos bons!
O ranking ficou assim:
Se você quiser continuar falando sobre essa classificação, o texto continua aqui em baixo.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2024
Ys III - wanderers from Ys (Genesis/Mega Drive) - Fechado e Analisado
Chegou meu R36S, um console retrô portátil da China e agora eu vou jogar todos os jogos velhos que eu sempre quis, mas não sabia que existiam! Comecei revisitando uns jogos que eu tinha, mas fechei Ys III para o Mega Drive. Minha experiência, você confere aqui.
terça-feira, 29 de setembro de 2020
Youjo Senki: Saga of Tanya the Evil - Review e teoria
terça-feira, 22 de setembro de 2020
Sword Art Online (SAO): Alicization & War of Underworld Review
Quarentena. Eu preso em casa. Ansiedade. Recorri a velhos vícios: animes, mangás, quadrinhos, livros! Bwahahahahaha. O texto reflete a minha opinião e se você não concorda, tudo bem, é seu direito, vai lá e me explica tudo nos comentários.
Decidi dar uma chance pra Alicization e War of Underworld e olha só no que deu!
SAO: Alicization Review (COM SPOILERS)
quinta-feira, 23 de março de 2017
Coração de Pedra... suando pra não gastar nada em Hearthstone
Bem, depois de um tempo jogando quieto, inclusive porque muito do meu trabalho real é feito em casa, peguei um jogo que está tomando muito do meu tempo: Hearthstone. O Magic: the Gathering da Blizzard.
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Um segundo lobo entre nós - JULGADO!
Depois de 4 longos meses de espera, finalmente foi lançado o segundo episódio do jogo episódico The Wolf Among Us (ou Um Lobo Entre Nós... eu prefiro o título em português). Enfim, a empresa por trás do jogo, chamada Telltale, tem feito bastante sucesso com jogos do gênero de apontar e clicar, mas o que aconteceu com esse segundo episódio? Além de demorar muito pra sair, ainda não possui as escolhas difíceis ou os quebra-cabeças (puzzles!) lógicos que estavam no primeiro.
domingo, 4 de agosto de 2013
Shadowrun Returns - JULGADO!
O botão do mané morto ("Dead Man Switch") - a Campanha
Shadowrun Returns possui uma campanha que introduz o universo aos jogadores. Nela você é um shadowrunner (palavra bonita pra "mercenário") que recebe uma mensagem de um amigo depois que ele morreu. O cara fala que você era o único que deu bola pra ele enquanto estava vivo e que ele fez de tudo pra te mandar uma mensagem dizendo que vai te pagar uma grana preta caso você ache quem deu fim nele.
Na primeira batalha, tutorial, já aparece um Shaman e um NPC fala pra tomar cuidado com ele.
Enfim, essa história apresenta um plot bastante abrangente e leva o jogador a conhecer uma parte razoável do universo. É linear, mas isso não é problema, porque tudo é bem contado e interessante. Para encerrá-la com calma morrem cerca de 10 a 12 horas de jogo.
O único problema é que nem todas as habilidades dos personagem são úteis nessa história. Claramente os jogadores que priorizarem causar dano vão ter mais facilidade e recompensas. Caso você escolha fazer um decker (o cara do TI que entra na Matrix), ainda vai perder a oportunidade de fazer alguns puzzles... e resolvê-los é uma das partes mais divertidas do jogo...
A engine - jogabilidade
Como se trata de um RPG estratégico baseado em turnos, o sistema de movimentação funciona da seguinte maneira: fora das batalhas o movimento dos personagens é livre;
dentro das batalhas, as ações dos personagens são limitadas por seus AP (ou Action Points). Um ataque a longa distância gasta um ponto de AP, movimentar-se gasta um ponto de AP e movimentar-se e usar um ataque corpo-a-corpo gasta um ponto de AP. O problema é que não dá pra escolher onde seu personagem vai ficar quando ele se movimenta e realiza um ataque corpo-a-corpo. Ao que parece, isso acontece porque o jogo tem a proposta de funcionar do mesmo jeito para computadores e tablets, daí você só possui um toque (ou um clique) para definir a ação desejada.
E, por fim, temos a matrix!
A matrix é basicamente um ambiente de batalha que existe dentro dos computadores. Só que ao invés de usar armas, os Deckers (classe de personagem que literalmente entra no computador) usam "programas" que ajudam eles a bater em coisas que aparecem naquela virtualidade... é tão ruim quanto soa. Acredito que puzzles envolvendo algum uso sério de computadores poderia deixar essa parte do jogo mais atraente... mas muita elaboração nesta parte seria, basicamente, criar dois jogos dentro de um.
Se você não acredita que "puzzles envolvendo uso sério de computador" sejam possíveis, eu recomendo dar uma olhada em Quadrilateral Cowboy... que infelizmente ainda não saiu.
Enfim, fora o fato da matrix ser só uma extensão da batalha quase que exatamente igual a que está acontecendo na realidade, a proposta do Decker ficar vulnerável enquanto está resolvendo problemas dentro da matrix é legal e pode ser muito bem explorada.
O que eles realmente queriam fazer - O EDITOR
Como a campanha que vem no jogo é super curta (12 horas de jogo sem missões extras é muito pouca coisa), claramente, fazer só isso não era o objetivo do estúdio. A ideia principal em Shadowrun Returns, a meu ver, era criar um editor onde qualquer pessoa pode criar conteúdo.
E foi isso que eles fizeram! Um editor razoavelmente simples que permite a você criar a história que você quiser para o mundo todo jogar. A única coisa realmente difícil de fazer nele é adicionar conteúdo de fora... pra importar uma imagem e usar de retrato de um personagem é um martírio.
Coisas boas virão disso, pode acreditar. Basta analisar os MODs de Skyrim pra ver que muita coisa legal vai aparecer... assim como algumas coisas escrotas, tão bem descritas neste quadrinho aqui.
VEREDITO
Vale a pena brincar! A campanha é curta e deixa querendo mais. Mas conteúdo extra logo irá surgir e, além disso, vão ser lançadas as DLCs oficiais. Com isso, a engine do jogo vai demorar pra ser aposentada e você sempre vai poder jogar alguma coisa diferente nela.domingo, 7 de julho de 2013
CHASM - Brinquei com a Demo!
Em Chasm, você é um soldado voltando para casa depois de anos de batalha em uma guerra distante. Mas, infelizmente, você acaba preso na cidade de Karthas onde aconteceu um terremoto que prendeu a maioria dos habitantes na mina que lá existe e impede as pessoas de saírem da cidade de algum jeito.
Parabéns, agora você tem que explorar a mina para descobrir o que aconteceu. Resolver os problemas da cidade para, só então, poder voltar pra casa e rever seus familiares e amigos.
A limitação de espaço nesse jogo me lembrou muito o primeiro Diablo. Neste velho jogo da Blizard você tem todos os caminhos bloqueados para que seu personagem não possa sair da cidade de Tristram, restando apenas a possibilidade de se aventurar no subsolo da igreja.
Já as opções de ítens e a proposta de jogabilidade me lembram, e muito, Castlevania: Symphony of the Night. Inclusive no que parece ser o primeiro chefe... mas não vou falar disso aqui, porque SPOILERS são um saco.
Enfim, o jogo já foi financiado no Kickstarter e ainda não está pronto. Mas tem uma demo no site deles para baixar e jogar a vontade. Também da pra participar da pré-venda e dar um help adiantado pro Studio que vai disponibilizar o jogo para Mac, Windows e (para o meu amado) Linux.
Infelizmente, pra zerar a demo fazendo tudo que tem pra ser feito leva uns 20 minutos, mas dá pra se ter uma boa ideia de como o jogo vai ser e já ficar aguardando ansioso.












